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18/08/2010 12:18

Seminário 2: Desenvolvimento, Estado e Sociedade: as relações necessárias, as coalizões possíveis e a institucionalidade requerida (17 de junho de 2008)

 

desenvolvimento2

Os professores Francisco de Oliveira, Wanderley Guilherme dos Santos e Marco Aurélio Nogueira participam do 2º seminário da série Perspectivas.

Os docentes Wanderley Guilherme dos Santos, do instituto universitário de pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), Marco Aurélio Nogueira, da universidade estadual paulista (Unesp), e Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira, da Universidade de São Paulo (USP), participaram do seminário "Desenvolvimento, Estado e Sociedade", no dia 17 de junho, no Ipea, em Brasília.

O evento é o segundo do projeto "Desafios e perspectivas do desenvolvimento brasileiro", em que grandes nomes estarão presentes em diversas atividades. Seminários de abordagens amplas e oficinas de temáticas específicas, cursos de formação e capacitação em torno do desenvolvimento e publicações de várias ordens são algumas das principais atividades a compor o projeto. O objetivo de todas essas ações (estudar o desenvolvimento) está inscrito como tema institucional e o Ipea o elegeu como temática de suas atividades e projetos no triênio 2008/2010.

A iniciativa da presidência do Ipea e de sua Diretoria Colegiada é abrangente e objetiva levar o instituto ao centro das discussões e decisões correntes acerca das opções e estratégias de desenvolvimento nacional. "É um projeto ambicioso e complexo, mas indispensável para fornecer ao Brasil conhecimento crítico à tomada de posição em relação aos desafios da contemporaneidade mundial", explica o pesquisador José Celso Cardoso Jr., que está à frente do projeto.


Desenvolvimento, Estado e Sociedade


"O motivo deste evento é a idéia de que a história, nossa e de outros países, mostra que o desenvolvimento é um fenômeno complexo, multidimensional, produto de sofisticadas interações entre projeto claro, conhecimentos e competências, poderes e recursos diversos, circunstâncias, acaso e vontades bem direcionadas", diz Cardoso. Segundo ele, não há processo de desenvolvimento nacional sem liderança do Estado, por meio de sucessivos e legitimados governos, que mobilize um amplo leque de atores sociais e se mova alimentado pelo desejo coletivo de construir um país diferente com ideais comuns. O desenvolvimento é o resultado, sempre instável, de um jogo com muitos atores, daí a exigência de coordenação, de articulação público-privado e de cooperação interclasses. "Por ser um processo de transformação, requer a criação de institucionalidades que sejam consistentes com o novo e que fomentem as mudanças que demanda para se afirmar", finaliza Cardoso.


Palestrantes

Texto Seminário 2 - Perspectivas do Desenvolvimento.

Primeiro evento da série.

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