Discurso ético supera prática nos negócios O discurso corporativo em torno do tema, porém, ainda supera a prática. Atualmente ninguém (pelo menos abertamente) discorda da importância da adoção de um código de ética como ponto fundamental para a governança corporativa e como instrumento que adiciona valor à companhia. Apesar disso, de um universo de 500 websites corporativos visitados pelo Instituto Brasileiro de Ética nos Negócios, apenas 148 continham o código de ética da empresa, menos de 30% do total. (Gazeta Mercantil, 16/04/2008)
Produção responsável na ordem do dia Preservação ambiental, responsabilidade social e eficiência. A busca por uma produção sustentável passa, obrigatoriamente, por esses três itens. 'O conceito de agricultura responsável baseia-se em boas práticas de produção, sob os pontos de vista ambiental, social e econômico', define a superintendente do Instituto para o Agronegócio Responsável (Instituto Ares), Meire Ferreira. (O Estado de S. Paulo, 16/04/2008)
Integração de bolsas deve beneficiar ISE Esse movimento deve ganhar nova dinâmica com o processo de integração de Bovespa e BM&F. A possibilidade de empresas de países vizinhos listarem-se na bolsa brasileira - ou mesmo da aquisição de bolsas pela Nova Bolsa, companhia criada pela fusão - pode ser o principal indutor desse processo. O aumento do número de empresas e a maior diversidade em setores da atividade econômica trariam liquidez a referenciais, como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial), adotado pela Bovespa há três anos. (Gazeta Mercantil, 15/04/2008
Empresários na sala de aula Pelo prisma econômico, o Brasil tem apresentado progressos visíveis. A inflação está sob controle, o PIB cresce 5% e a confiança do consumidor acelera os investimentos empresariais. A solidez dos índices, no entanto, contrasta com as estatísticas da educação. Relatório da Unesco divulgado no fim do ano passado indica que o País ainda está muito aquém do desejável, perdendo, em qualidade, até para vizinhos como Bolívia, Paraguai e Equador. (Isto É Dinheiro, 14/04/2008)
Por que insistir em um modelo insustentável? A cultura e as artes movimentam parte cada vez mais significativa da economia planetária. As indústrias criativas não param de crescer para alimentar a demanda, que parece inesgotável, por estética, símbolos, lazer e entretenimento. Porém, os recursos gerados por este vasto mercado de consumo não suprem a diversidade e complexidade cultural, tornando necessárias outras três fontes de financiamento, distintas e complementares. (O Estado de S. Paulo, 12/04/2008)
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