ABORDAGENS PARADIPLOMÁTICAS NA TRÍPLICE FRONTEIRA AMAZÔNICA
BRASIL, COLÔMBIA E PERU
DOI:
https://doi.org/10.38116/rtm27art11Palavras-chave:
Amazônia, paradiplomacia, cooperação transfronteiriça, globalização, interessesResumo
As dinâmicas mundiais mudaram em decorrência da globalização. E, em razão das necessidades criadas, quer sejam econômicas, sociais ou ambientais, incluíram atores estatais e não estatais. Tal fenômeno deveu-se ao surgimento de lacunas não exploradas ou pouco exploradas pelo poder estatal, que se mantém ainda com rígida estrutura e longe de atender às expectativas e necessidades dessas novas dinâmicas. Fatores importantes como a distância física dos centros de tomada de decisões, e as questões sociais e econômicas, que exigem respostas mais rápidas, contribuem para o fortalecimento das abordagens paradiplomáticas, para além da rigidez dos estados. Essas novas relações refletem-se na integração regional e transfronteiriça. Trata-se, aqui especificamente da abordagem paradiplomática na fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia, que foi impulsionada com a intensificação de problemas ambientais dando-se esse recorte espacial ao artigo devido à sua característica de isolamento. Este artigo baseou-se em pesquisas bibliográficas, livros, teses, dissertações e artigos científicos que tratam da temática em questão, com o objetivo de verificar se existe cooperação e integração transfronteiriça.
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