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Brasil

A maior parte do setor privado brasileiro está envolvida de alguma forma com a área social. De acordo com os resultados finais da Pesquisa Ação Social das Empresas, 59% das empresas do País desenvolvem ações em benefício da comunidade. São cerca de 465 mil empresas, com um ou mais empregados, que dão sua contribuição, seja fazendo doações eventuais a pessoas carentes ou desenvolvendo projetos mais estruturados. O investimento realizado atingiu R$ 4,7 bilhões em 2000. Apesar de expressivo, o valor corresponde a apenas 0,4% do PIB do País.

Esses dados comprovam que há uma injeção de recursos privados na área social, porém com fins públicos. E as perspectivas de crescimento desse envolvimento são animadoras, pois 39% dos entrevistados declaram que pretendem ampliar sua participação no futuro próximo.

A atuação da iniciativa privada tem variações em cada uma das regiões, mas é sempre significativa. Os dados nacionais mostram que o maior percentual de empresas atuantes no campo social está no Sudeste, onde 67% têm algum tipo de envolvimento para além de seus muros. Mas em todas as regiões pelo menos cerca de 50% dos empresários dão sua contribuição para a melhoria das condições de vida das populações a sua volta.

Como era de se esperar, analisando-se o porte dos empreendimentos, o envolvimento é maior entre as grandes empresas (88%). No entanto, surpreende a contribuição dos micro e pequenos negócios: 54% das empresas com um a dez empregados e 69% das com 11 a 100 trabalhadores beneficiam comunidades carentes.

Quando se analisa a participação por setores econômicos, a diferença é pequena. No comércio, 61% das empresas atuam na área social, na indústria, 60%, e no setor de serviços, 58%. Os menores percentuais são registrados na agricultura (45%) e construção civil (35%).

Mas o que motiva as empresas a se envolver com a área social? Os resultados do levantamento mostram que independentemente da localização, porte ou setor de atividade econômica, a principal motivação é a filantropia: 76% das empresas declaram realizar atividades sociais por razões humanitárias e elegem as áreas de assistência social (54%) e de alimentação (41%) como prioritárias, sendo que a maioria (62%) se volta para o grupo infantil.

Este é o primeiro retrato nacional da atuação da iniciativa privada brasileira na área social e os dados poderão contribuir para orientar as ações do setor privado, do terceiro setor e do governo, possibilitando uma atuação mais eficaz no combate às carências de grande parte da população

A maior parte do setor privado brasileiro está envolvida de alguma forma com a área social. De acordo com os resultados finais da Pesquisa Ação Social das Empresas, 59% das empresas do País desenvolvem ações em benefício da comunidade. São cerca de 465 mil empresas, com um ou mais empregados, que dão sua contribuição, seja fazendo doações eventuais a pessoas carentes ou desenvolvendo projetos mais estruturados. O investimento realizado atingiu R$ 4,7 bilhões em 2000. Apesar de expressivo, o valor corresponde a apenas 0,4% do PIB do País.

Esses dados comprovam que há uma injeção de recursos privados na área social, porém com fins públicos. E as perspectivas de crescimento desse envolvimento são animadoras, pois 39% dos entrevistados declaram que pretendem ampliar sua participação no futuro próximo.

A atuação da iniciativa privada tem variações em cada uma das regiões, mas é sempre significativa. Os dados nacionais mostram que o maior percentual de empresas atuantes no campo social está no Sudeste, onde 67% têm algum tipo de envolvimento para além de seus muros. Mas em todas as regiões pelo menos cerca de 50% dos empresários dão sua contribuição para a melhoria das condições de vida das populações a sua volta.

Como era de se esperar, analisando-se o porte dos empreendimentos, o envolvimento é maior entre as grandes empresas (88%). No entanto, surpreende a contribuição dos micro e pequenos negócios: 54% das empresas com um a dez empregados e 69% das com 11 a 100 trabalhadores beneficiam comunidades carentes.

Quando se analisa a participação por setores econômicos, a diferença é pequena. No comércio, 61% das empresas atuam na área social, na indústria, 60%, e no setor de serviços, 58%. Os menores percentuais são registrados na agricultura (45%) e construção civil (35%).

Mas o que motiva as empresas a se envolver com a área social? Os resultados do levantamento mostram que independentemente da localização, porte ou setor de atividade econômica, a principal motivação é a filantropia: 76% das empresas declaram realizar atividades sociais por razões humanitárias e elegem as áreas de assistência social (54%) e de alimentação (41%) como prioritárias, sendo que a maioria (62%) se volta para o grupo infantil.

Este é o primeiro retrato nacional da atuação da iniciativa privada brasileira na área social e os dados poderão contribuir para orientar as ações do setor privado, do terceiro setor e do governo, possibilitando uma atuação mais eficaz no combate às carências de grande parte da população



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