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Por região

Centro-Oeste

Os resultados finais da Pesquisa Ação Social das Empresas no Centro-Oeste demonstram que os empresários da região têm contribuído para o enfrentamento da pobreza que afeta grande parte da população brasileira. Metade das empresas com um ou mais empregados (50%) declarou realizar algum tipo de ação social para a comunidade em 2000. São 30 mil empresas, com um ou mais empregados, que participaram seja com doações eventuais a pessoas carentes ou com projetos mais estruturados. Como o investimento realizado atingiu R$ 125 milhões, ou 0,2% do PIB regional naquele ano, há uma injeção de recursos privados na área social, porém com fins públicos.

De acordo com os resultados, os empresários pretendem expandir suas atividades: 54% dessas empresas informam que irão ampliar a ação social, percentual que atinge 67% nas empresas com mais de 100 empregados. No Centro-Oeste a assistência social recebe atenção da maior parte dos empresários (62%), seguida  da alimentação (33%). A educação não é foco prioritário e somente 15% das empresas apóiam atividades nessa área. 

Em relação ao público, a grande maioria das empresas (74%) atendem a crianças, prioridade que é válida para pequenas e grandes empresas. Tal resultado pode indicar para os empresários da região que esse grupo etário é o mais vulnerável, necessitando, portanto, de uma atenção especial.

Comprova-se que a filantropia é o que impulsiona os empresários em direção ao social na região: 59% dos que realizam atividades sociais voltadas à comunidade o fazem por motivos humanitários. A satisfação dos empregados (52%), o atendimento de demandas de comunidades vizinhas (35%) e a busca de uma melhor imagem para o negócio (33%) foram outras motivações apontadas. Como resultado da ação social, os empresários apontam a satisfação pessoal (62%), as melhorias nas condições de vida da comunidade (55%), o estreitamento dos laços com a comunidade (41%), a melhora no envolvimento do empregado com o negócio (23%) e a elevação da motivação e produtividade (27%). É importante notar, ainda, que somente 14% dos empresários acham que o recurso aplicado em atividades sociais representou mais do que a empresa recebeu em troca.


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